Moradores nos Estados Unidos estão rejeitando grandes data centers que sustentam a inteligência artificial, e a pressão já aparece em pesquisas. O assunto ganha força por causa do impacto local em água, energia e no entorno das cidades.
Expansão da IA aumenta disputa por espaço e recursos com os data centers
Com celulares e computadores, a conexão do dia a dia depende de uma infraestrutura grande para rodar os sistemas digitais. A expansão da inteligência artificial acelera a corrida por data centers, que viram peça central nesse processo.
Nos Estados Unidos, a tendência citada na reportagem é de rejeitar esses gigantes, diferentemente do que acontece na China, onde a decisão de cima costuma ser aceita sem protesto.
Trump, campanha por empregos e pesquisa mostram rejeição ampla
Donald Trump incentivou a construção de novos data centers e disse que quem não aceitar fica para trás. A reportagem também cita que políticos dos dois partidos deram incentivos para a corrida, com a ideia de aumentar ofertas de emprego e arrecadar impostos ligados aos projetos.
Segundo a The Economist, uma pesquisa encomendada pela revista registrou que 63% dos americanos acham que data centers prejudicam o país. Em nível local, 71% dizem ser contra a construção nas próprias comunidades.
Moradores citam falta de conforto e especialistas apontam pressão para não perder a corrida
De acordo com a reportagem, os data centers sugam água e energia para manter servidores em funcionamento. Mesmo quando os proprietários citam matrizes próprias, como pequenas hidrelétricas e até usinas nucleares, as queixas continuam.
O texto traz a fala do advogado Tommy Mann sobre o “nível de emotividade” ligado aos projetos. A reportagem também informa que especialistas apontam como alternativa perder a corrida para a China ou buscar soluções menos agressivas com ajuda da inteligência artificial.
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