Hugo Motta tenta garantir a recondução ao comando da Câmara em fevereiro e já articula acordos com partidos após a negativa de apoio do Republicanos dada por Marcos Pereira. O plano mira formar um bloco que não dependa do PL na disputa pela Mesa Diretora.
Negativa do Republicanos acelera articulação de Hugo Motta por apoio
O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, negou apoio à recondução de Hugo Motta ao comando da Câmara mesmo com o partido embarcado na candidatura presidencial de Hugo Motta. Com isso, o paraibano começou uma nova ofensiva para tentar manter chances reais na eleição interna.
Motta também busca conversas com legendas de centro. A ideia é não depender da mega bancada do PL para seguir como nome competitivo na corrida à presidência da Câmara.
PSD já aderiu ao plano de Motta e PP e MDB entram na mira
Ontem, Motta garantiu que o PSD vai aderir às suas pretensões de permanecer no posto por mais dois anos. Ele quer avançar com outros partidos para ampliar o apoio antes do desfecho da disputa pelo Palácio do Planalto.
Aliados citam que Doutor Luizinho, do PP, e Isnaldo Bulhões, do MDB, devem ser alvos de investidas nos próximos dias. A articulação também leva em conta o alinhamento de Motta com Lula nas eleições.
Alvo é fechar bloco antes da disputa presidencial e reduzir dependência do PL
Com o apoio governista, Motta mantém a expectativa de que a base se alinhe ao nome dele e apoie a corrida interna. Aliados acreditam que o PL pode enfrentar isolamento e, nesse cenário, a legenda pode passar a apoiar a postulação de Motta.
A meta é chegar a fevereiro com um bloco considerável a favor na frente da Mesa Diretora da Casa. O movimento acontece antes do resultado da disputa pelo Palácio do Planalto.
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