Niño Guerrero, líder do Tren de Aragua, é morto em operação militar entre EUA e Venezuela

O líder do Tren de Aragua, Hector Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, morreu em uma operação militar entre Estados Unidos e Venezuela na sexta-feira, 12. Os dois governos confirmaram a informação agora.

Operação entre EUA e Venezuela mira o comando do Tren de Aragua

Donald Trump publicou na rede Truth Social que o Comando Sul dos Estados Unidos fez um ataque rápido e letal para eliminar Niño Guerrero. Ele disse que a ação foi coordenada com a Venezuela.

O Tren de Aragua é apontado por autoridades públicas como a organização criminosa que mais cresceu na América do Sul nos últimos anos.

Atuação no Brasil e histórico do líder envolvem Tocorón e condenações

O grupo é ligado à fronteira em Roraima, onde a polícia local aponta o acesso ao país vizinho como um problema para a entrada no Brasil. A reportagem cita infiltração entre refugiados e atuação dentro do território brasileiro.

O texto também menciona registros de parceria com o Primeiro Comando da Capital (PCC) no Norte e atuação em estados do Sul que fazem fronteira com Argentina, Uruguai e Paraguai.

Niño Guerrero era líder da organização originária de Tocorón, na Venezuela. Ele foi condenado por homicídios, tráfico e contrabando. Em um trecho, o Departamento de Tesouro dos EUA cita a oferta anterior de 5 milhões de dólares por informações sobre Guerrero.

Polícia da Venezuela já tentou agir em Tocorón e outros líderes são citados

Em 2023, policiais da Venezuela invadiram o presídio de Tocorón para tentar desarticular o Tren de Aragua, sem sucesso. As autoridades disseram que Guerrero fugiu por um túnel e teria sido avisado por agentes corruptos.

Além de Niño Guerrero, o artigo cita como líderes: Yohan José Romero, conhecido como Johan Petrica, e Giovanni Vicente Mosquera Serrano.

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