Noruega usa “remada viking” na Copa e vira tema de debate na imprensa

A Noruega ganhou destaque na Copa com a “remada viking” e com fotos de jogadores caracterizados como vikings. A campanha teve elogios, mas também virou alvo de críticas na imprensa estrangeira.

Campanha de “branding” da Noruega mistura seleção e vikings em fotos e imitações

Em publicidade, o termo branding é a criação de uma marca e também de uma identidade forte.

O texto diz que a campanha da Noruega na Copa alcançou um “sucesso espontâneo” com a “remada viking” e que a divulgação das fotos dos jogadores caracterizados teria se expandido e depois “misteriosamente desaparecido da história”.

Comentarista Gavin Mortimer cita violência dos vikings e critica o tom do “New York Times”

Gavin Mortimer, comentarista na Spectator, reclamou da forma como o New York Times estaria celebrando os vikings ao tratar a campanha ligada à seleção da Noruega.

Mortimer afirma que os vikings “estupravam, saqueavam, assassinavam e escravizavam” e cita o período do século VIII ao XI. Ele também menciona traços de DNA em ingleses e “provas arqueológicas” sobre escravização na Irlanda e extermínio na Escócia.

O texto ainda lembra que o comentarista comparou a situação com uma possível “remada de Colombo”, associada a críticas sobre o descobridor, e cita a derrubada de cerca de 30 estátuas em território americano.

Fotos com Erling Haaland e o fotógrafo David Yarrow viram referência na campanha

O artigo diz que as fotos dos jogadores noruegueses como guerreiros vikings foram uma ideia da associação de futebol do país.

O texto liga a ideia a Erling Haaland e menciona que ele teria sugerido o mesmo fotógrafo, o escocês David Yarrow, além de citar objetos autênticos como armas, escudos e até barcos.

O conteúdo também comenta a participação do jogador Antonio Nusa e descreve que o fjord ajudou a criar o clima, com um filtro cinzento, “no espírito tempestade”.

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