Mudar o cheiro do corpo pode sinalizar problemas de saúde que precisam de atenção. A dermatologista Dra. Vivian Loureiro alerta que alterações no odor, quando persistentes, pedem avaliação médica.
Dra. Vivian Loureiro cita odores ligados a diabetes, rins e condições genéticas
Segundo a Dra. Vivian Loureiro, o cheiro da pele costuma ser sutil em condições normais. Ela diz que alterações podem aparecer como sinal de doenças.
Ela associa odor adocicado a diabéticos descompensados. Ela também liga cheiro de amônia à insuficiência renal.
A especialista comenta que cheiro de mofo pode sugerir fenilcetonúria, uma condição genética rara. Ela cita ainda a bromidose, o famoso “CC”, causada pela ação de bactérias no suor.
Trimetilaminúria e infecções na pele também podem alterar o cheiro
A Dra. Vivian Loureiro afirma que a trimetilaminúria, uma doença metabólica, deixa o corpo com odor de peixe. Ela também diz que infecções na pele podem gerar cheiro forte.
De acordo com a dermatologista, nas infecções na pele o cheiro forte costuma vir com dor, vermelhidão e pus.
Quando procurar um médico após mudança persistente no odor
A recomendação é procurar um médico ao notar qualquer mudança persistente no cheiro do próprio corpo. A dermatologista afirma que pode ser o primeiro sinal de alerta.
O conteúdo traz ainda uma explicação em vídeo com a especialista e orienta acessar os conteúdos do Doutor Ajuda no site do projeto.
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