Uma reunião de irmandade com 38 anos terminou com a Oração da Serenidade, após muitos visitantes chegarem ao encontro. O momento envolveu pessoas reunidas, mãos dadas e um pedido de aceitação e ação.
Encontro de 38 anos termina com mãos dadas e Oração da Serenidade
O texto relata que o autor passou boa parte da reunião sem conseguir sentar e ouvir. Mais cedo, ele ajudou como parte da tropa do café.
No fim do encontro, todos se ergueram, deram as mãos e começou a Oração da Serenidade. Durante a oração, ele diz que olhou os rostos de cada pessoa e que sentiu algo diferente do que esperava.
Dependência química, explicação de psicólogo e prática em grupos
O artigo destaca que, nas irmandades, há grupos de mútua ajuda sem compromisso com crenças. Mesmo assim, existe um Poder Superior sempre evocado, que pode tomar a forma que cada membro deseje ou acredite.
O psicólogo Ricardo Sá comentou o tema ao ouvir o relato do contexto. Ele disse: “O poder atávico da escuta vai muito além do que a gente ouve no momento. Passa pela memória de pele”.
O monge noviço Alexandre Pacobhayba, ligado ao Budismo há quase 30 anos, contou que sua prática foca mais na meditação. Ele também afirmou que a energia vibra mais quando várias pessoas meditam juntas no mesmo propósito.
Ciência e rotina: regiões do cérebro e redução do estresse
O texto traz ainda uma fala do Dr. Fabiano de Abreu Agrela, com base em neurociência. Ele citou a ativação de regiões como córtex pré-frontal medial e córtex cingulado posterior e anterior, e disse que a oração ajuda a reduzir a atividade da amígdala, ligada ao estresse.
O artigo encerra mencionando o Programa dos Doze Passos e a ideia de que compartilhar faz parte do processo.
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