O mandado de segurança do PDT na Justiça, que pede voto secreto na eleição da Mesa Diretora da Alerj, mudou de relator no Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ). O caso foi encaminhado pelo desembargador Claudio de Mello Tavares à presidência do TJRJ.
Tavares manda o caso ao presidente do TJRJ por causa de outro processo sobre a mesma eleição
Claudio de Mello Tavares enviou o pedido ao presidente do TJRJ, o desembargador Ricardo Couto de Castro. Ele explicou que o processo se conecta a outro mandado de segurança no tribunal que trata da mesma eleição da Alerj.
A eleição citada aconteceu em 26 de março e já ficou suspensa pelo tribunal. Por isso, Tavares determinou que não era ele quem deveria analisar o caso e passou a relatoria adiante.
Relatoria fica com Suely Lopes Magalhães após Couto de Castro assumir interinamente o governo
Ricardo Couto de Castro está no exercício interino do governo do estado. Isso ocorre depois da renúncia do ex-governador Claudio Castro (PL).
Com Couto de Castro fora da relatoria, o mandado de segurança do PDT passou para a 1ª vice-presidente do TJRJ, a desembargadora Suely Lopes Magalhães.
Justiça anulou eleição relâmpago e PDT questiona mudança para voto aberto
A escolha da Mesa Diretora da Alerj vem sendo contestada desde que a Justiça do Rio anulou, poucas horas depois, a eleição relâmpago que escolheu o deputado Douglas Ruas (PL) como presidente. Esse deputado é pré-candidato ao Palácio Guanabara.
No pedido, o PDT afirma que a troca para voto aberto não seguiu o devido processo legislativo e que isso tornaria a medida inconstitucional. O partido também lembra que a última eleição interna da Alerj por voto secreto foi em 2001, quando a votação era feita em cabine de madeira exibida em visitas ao Palácio Tiradentes.
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