Uma pesquisa Quaest aponta que a rejeição a Lula segue alta, em 55%, e a preferência no segundo turno fica entre a estabilidade e a aproximação de rivais. O levantamento foi feito entre quinta (9/4) e segunda-feira (13/4) e acende alerta para o governo.
Rejeição a Lula fica em 55% após um ano e vira fator no segundo turno
Os eleitores mantêm a rejeição a Lula em um patamar elevado, com alta rejeição que dura mais de um ano. Em maio do ano passado, 57% diziam conhecer e não querer dar voto a Lula. Um ano depois, a rejeição ficou em 55% e seguiu estagnada.
Quaest compara Flávio Bolsonaro e lista indecisos, Lula e rivais no segundo turno
Na rejeição, Lula tem como principal concorrente nesse recorte o senador Flávio Bolsonaro. Em dezembro passado, Flávio tinha 60% de rejeição. Cinco meses depois, ele caiu para 52%, ficando três pontos percentuais abaixo de Lula.
Quando os pesquisadores pedem para os eleitores dizerem, de forma espontânea, quem preferem, 62% se declaram indecisos. Com a listagem de nomes, 37% escolhem Lula e 32% Flávio Bolsonaro. A preferência por Lula no segundo turno se mantém entre 40% e 43%, enquanto Flávio Bolsonaro chega a 42%, Romeu Zema aparece com 36% e Ronaldo Caiado com 35%.
Economia piora na percepção e governo prepara novo pacote de auxílios
A pesquisa também mostra percepção ruim sobre o poder de compra. Sete em cada dez eleitores acham que perderam poder de compra, em todas as faixas de renda, com aumento significativo nos últimos três meses entre os mais pobres.
Na semana que vem, Lula anuncia novo pacote de auxílios financeiros a vários segmentos eleitorais. Ele vai usar dinheiro do Tesouro para fazer outra rodada de renegociação de dívidas privadas, a segunda em dois anos.
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