A aprovação do governo Lula ficou em 44,1% na Paraná Pesquisas, em 45% na Meio/Ideia e em 44% na Genial/Quaest. O cientista político Antônio Lavareda diz que reeleição fica “muito difícil” se a aprovação ficar abaixo de 45%.
Rodadas de pesquisas pressionam imagem do governo apesar de dados de emprego e renda
Uma reportagem da Veja mostra que o mau humor e o pessimismo da população com o rumo da economia ajudam a explicar o dano à imagem de Lula.
A reportagem cita indicadores positivos de emprego e renda, mas diz que isso não impediu queda de aprovação do presidente.
Três pesquisas mostram percentuais entre 44% e 45% e Lavareda aponta 45% como limite
Na última rodada do Paraná Pesquisas, o governo teve aprovação de 44,1%.
Na do Meio/Ideia, a aprovação ficou em 45%.
Na Genial/Quaest, a aprovação ficou em 44%.
Lavareda afirma que reeleição corre riscos se o presidente não melhorar esses índices.
Ele diz que, abaixo de 45%, o candidato à reeleição enfrenta “sérias dificuldades”.
Segundo Lavareda, as chances de sucesso ficam consideráveis quando a aprovação está entre 45% e 50%.
Ele completa dizendo que, acima disso, o candidato vira “franco favorito”.
Lavareda cita “vantagem de incumbente”, projetos do governo e o prazo até outubro
Lavareda afirma que existe “vantagem de incumbente”, por Lula estar no cargo e poder tomar medidas que podem virar votos.
Ele diz que a Meio/Ideia, publicada na última quarta-feira, mostrou que 51,4% dos brasileiros afirmam que ainda podem mudar de candidato até outubro.
Na mesma pesquisa, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 45,8% nas simulações de segundo turno, com diferença de 0,3 ponto percentual para Lula.
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