Pesquisas apontam clima de “segundo turno” antecipado em SP, Bahia, Ceará, Pernambuco e RJ

A pouco mais de quatro meses das eleições, pesquisas já mostram disputas para governos com só dois nomes dominando a pré-campanha. O cenário aparece em estados como São Paulo, Bahia, Ceará, Pernambuco e Rio de Janeiro e muda a forma como os candidatos tentam conquistar votos.

Concentração de votos reduz a briga e acelera o clima de duelo

Em vez de uma corrida com várias candidaturas disputando o eleitorado, a pré-campanha em alguns estados passou a ter cara de reta final. Pelo texto, a concentração das intenções de voto em apenas dois competidores ajuda a criar esse efeito.

O avanço também é ligado ao peso regional das lideranças e ao fato de partidos já terem criado alianças e palanques. Além disso, mudanças na legislação eleitoral dificultam lançar muitos candidatos.

SP, BA, CE, PE e RJ já colocam favoritos e adversários em foco

Em São Paulo, o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) enfrenta Fernando Haddad (PT), ex-ministro e ex-prefeito da capital. O texto cita uma declaração de Haddad na terça-feira 26, quando ele disse que os paulistas precisam repensar o “CEO do estado”.

Na Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) vai encarar ACM Neto (União Brasil), com apoio de partidos como PL, e o ex-prefeito com origem na família Magalhães. No Ceará, Elmano de Freitas (PT) aparece como principal nome diante de Ciro Gomes (PSDB).

Em Pernambuco, João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) disputam eleitorado e apoio de Luiz Inácio Lula da Silva. O texto informa que pesquisa Real Time Big Data mostra quase 30 pontos de vantagem de Lula no estado sobre Flávio, e registra falas como “Pernambuco não tem dono”. No Rio de Janeiro, a pré-campanha destaca Eduardo Paes (PSD) contra Douglas Ruas (PL), com 53% e 13% das intenções de voto, segundo o Paraná Pesquisas.

Menos candidatos no jogo e pressão por alianças com impacto na pré-campanha

O texto afirma que a tendência no Brasil é ter cada vez menos candidatos. O fim das coligações proporcionais desde 2020 e o endurecimento da cláusula de barreira reduzem incentivos e recursos para siglas menores.

Com isso, cresce a pressão por federações por quatro anos, além de fusões e alianças pragmáticas. O artigo também cita uma fala de Kim Kataguiri, que diz: “Tem muito menos partidos. Alguns sumiram, outros coligaram, federaram, se fundiram.”

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