Donald Trump prepara os festejos de 4 de Julho com planos de fogos “50 vezes mais grandiosos do que o usual”. No mesmo período, ele tenta lidar com o conflito no Irã e com ações ligadas a Cuba, enquanto as eleições de meio de mandato chegam em novembro.
Festejo de 4 de Julho entra na disputa política com popularidade em queda
Trump promete uma celebração patriótica para marcar os 250 anos da independência dos Estados Unidos.
Ao mesmo tempo, ele enfrenta uma popularidade em 33%, com queda associada ao conflito no Irã, que ele mesmo desencadeou, e que também afeta mercados e o bolso dos americanos.
Oriente Médio: ataques no Estreito de Ormuz e memorando de catorze pontos em negociação
Após sinais de entendimento no fim de semana, as Forças Armadas atacaram embarcações da Guarda Revolucionária Islâmica na segunda-feira e o episódio se repetiu na quinta 28, com a Casa Branca classificando como “atos de defesa”.
O Irã reagiu com disparos contra um caça F-35, uma base aérea americana no Kuwait e ameaça de retaliação maior, enquanto negociações seguem mediadas pelo Paquistão e com apoio adicional do Catar.
Segundo o que está em debate, os países tratam de um memorando de catorze pontos, com reabertura do Estreito de Ormuz, por onde passam 20% do petróleo e gás consumidos no planeta, processo que levaria um mês para a retirada de minas explosivas. O texto também prevê encerramento do bloqueio americano contra portos do Irã e cessar-fogo estendido por sessenta dias.
Em Cuba, Trump indiciou Raúl Castro e enviou navios ao Caribe; eleições de novembro pesam
Trump apertou o cerco a Cuba ao indiciar o ex-presidente Raúl Castro e, no último dia 21, enviar navios de guerra para o Caribe.
Na Casa Branca, a intensificação do cerco é tratada como forma de atrair o eleitorado hispânico, enquanto Trump precisa avançar com candidatos republicanos para o Congresso e o tempo corre até novembro.
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