Flávio Bolsonaro (PL-RJ) saiu na frente no primeiro turno da corrida presidencial, mas agora enfrenta alerta com a aproximação de Lula nas pesquisas e com alianças do Centrão no Congresso. O cenário mexe com os planos de ministério e com a disputa pelos comandos da Câmara e do Senado no início de 2026.
Vitória no 1º turno levou o PL a falar em comando antes da disputa avançar
Flávio Bolsonaro tem mandatos há mais de vinte anos, mas o artigo diz que ele nunca foi testado numa campanha. O texto afirma que o capital eleitoral de Jair Bolsonaro garantiu vitórias sem que Flávio precisasse pedir votos ou negociar alianças.
Após o primeiro turno, o grupo de Flávio tratou da formação do futuro ministério e também da eleição para as presidências da Câmara e do Senado. O artigo registra que o senador chegou a dizer que, por ter maioria nas duas Casas, mudaria a Constituição.
2,2 milhões de votos e disputa por vagas em 2026 colocam foco em Motta e Alcolumbre
O texto cita a vantagem de 2,2 milhões de votos de Flávio Bolsonaro sobre Lula, que concorre à reeleição. Também relata que quadros do PL se lançaram como candidatos para chefiar o Congresso.
O artigo aponta Rogério Marinho como concorrente ao comando do Senado e cita Sóstenes Cavalcante e Altineu Côrtes na disputa na Câmara. Com as maiores bancadas, o PL deu como certo que impediria a renovação dos mandatos do deputado Hugo Motta (Republicanos) e do senador Davi Alcolumbre (União Brasil) em fevereiro de 2026.
Na virada recente, o texto diz que Motta e Alcolumbre aprovaram bandeiras importantes na campanha de Lula. Entre elas, aparece a proposta de emenda constitucional que acaba com a jornada de trabalho 6×1, sem redução de salários, e o pacote do governo que perdoa dívidas dos microempreendedores individuais.
Datafolha e Quaest apontam empate técnico e recado do Centrão força negociação
O artigo afirma que pesquisas de intenção de voto mostram encurtamento da distância entre Flávio Bolsonaro e Lula, com situação de empate técnico. No Datafolha e na Quaest, o senador ainda aparece numericamente à frente, dentro da margem de erro.
O texto também destaca que o Centrão lembra que o PL vai precisar negociar para aprovar seus projetos. A matéria usa como referência uma situação de 1985 envolvendo Fernando Henrique Cardoso e Jânio Quadros, para reforçar que ninguém vence antes da hora.
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