A Polícia Federal apontou que o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, teria obtido vantagens ligadas a um esquema de lavagem de capitais da Refit. A PF cita pagamento de R$ 10,5 mil em caviar e custos de moradia em áreas como Barra da Tijuca e Petrópolis.
Decisão do STF tirou o sigilo da operação Sem Refino 2
As informações estão na decisão sobre a operação Sem Refino 2.
O sigilo do caso foi retirado nesta quinta-feira (3) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
Pagamentos e imóveis citados pela PF envolvem caviar, cobertura e projeto de adega
A PF relata que a empresa pagou R$ 10,5 mil em caviar por meio da empresa de um terceiro.
O documento também descreve aluguel da cobertura onde Castro vive na Barra da Tijuca e a posse de fato de uma mansão em Petrópolis, com projeto de adega personalizada de R$ 245 mil.
Operação começou em maio e investiga lavagem, sonegação e conexões com agentes
O procedimento foi instaurado para apurar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de capitais, sonegação fiscal e evasão de divisas ligados à operação da refinaria REFIT.
A PF afirma haver “fundados indícios de continuidade do esquema criminoso”, incluindo lavagem de capitais e conexões com agentes públicos do Estado do Rio de Janeiro.
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