A eleição presidencial dividiu a cúpula da Liesa, e a política também chegou ao recadastramento da Imperatriz Leopoldinense. A escola pediu título de eleitor para quem queria voltar a desfilar na Sapucaí.
Voto na eleição presidencial chega à diretoria da Liesa
A disputa eleitoral atravessou a Liga Independente das Escolas de Samba, a Liesa, entidade que comanda o carnaval carioca.
Evelyn Bastos, diretora Cultural da Liesa e diretora Cultural da Liga, disse que vota em Lula (PT). Cátia Drumond, presidente da Imperatriz Leopoldinense e diretora Financeira da Liesa, falou em um posicionamento que evita esse lado.
Filho de Cátia concorre e candidatura de João Drumond fica sub judice
Cátia é mãe de João Drumond, candidato a deputado estadual pelo PRD, que recebeu 55.759 votos no domingo (4).
A candidatura está sub judice, e o destino dos votos depende da Justiça Eleitoral. Durante a campanha, Cátia tentou fazer a Liesa adotar uma neutralidade eleitoral para evitar que manifestações afetassem a candidatura do filho.
Segundo o texto, no carnaval muita gente declarou voto e fez manifestações favoráveis a Lula. Entre os nomes citados estão Leandro Vieira, Selminha Sorriso, Edson Pereira, Tarcísio Zanon, Neguinho da Beija-Flor, Guanayra Firmino e a diretoria da Portela.
Imperatriz faz recadastramento em maio e inclui título de eleitor
Em maio, a Imperatriz Leopoldinense fez o recadastramento de quem desfilou em 2026, devolveu fantasias e queria voltar à Sapucaí em 2027.
Além de identidade, CPF e comprovante de residência, a escola exigiu título de eleitor para participar. O texto diz que o documento eleitoral não faz parte do figurino burocrático no mundo do samba.
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