Prédio do Museu da Justiça no Centro do Rio restaura quatro fachadas e mira 100 anos

O Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro, que abriga o Museu da Justiça no Centro do Rio, teve as quatro fachadas restauradas. A cidade e o museu entram na contagem para as comemorações de 100 anos, no próximo dia 6 de novembro.

Restauração recupera fachadas do Palácio da Justiça para as festas de 6 de novembro

O Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) informou que a retirada gradual dos resquícios das obras, como tapumes e andaimes, já faz parte do processo. A preparação do prédio ocorre para o marco de 100 anos do antigo Palácio da Justiça.

A ação envolve análise e cuidados com a estrutura original do edifício. O TJRJ cita ainda testes para a escolha de tinta e restauro manual de ornamentos danificados.

TJRJ diz que foram mais de 8 mil metros quadrados e atuação do Iphan

Segundo o TJRJ, a restauração atingiu mais de 8 mil metros quadrados de fachadas. Os trabalhos incluíram análise da argamassa e tratamento especial da base original de granito preto, com oito metros de altura.

O processo foi supervisionado pelo Iphan. O trabalho também trouxe testes para seleção da tinta e o restauro manual dos ornamentos danificados.

Prédio do início do século XX abriga Museu da Justiça desde 1999

A construção do prédio aconteceu na década de 1920, para abrigar a Corte de Apelação do Distrito Federal. O edifício tem estilo eclético e foi projetado pelos engenheiros Gastão Bahiana e Domingos Cunha.

O imóvel faz parte da Área de Proteção do Ambiente Cultural (Apac) da região da Praça XV. A sede recebeu julgamentos e, em 1999, passou a abrigar o Museu da Justiça.

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