O duque de Sussex, Príncipe Harry, relatou que, após a segunda missão no Afeganistão, em 2013, percebeu problemas de saúde mental. Ele falou sobre gatilhos e sobre como a perda da mãe, Diana, marcou sua forma de lidar com a morte.
Gola apertada e ataques de pânico viraram gatilhos na rotina
Harry disse que, depois da missão no Afeganistão, descobriu que tinha questões de saúde mental.
Ele afirmou que bastava vestir uma camisa social simples e sentir a gola apertar para “sentir que estava sufocando”.
Harry diz que guerra não foi a causa direta e cita “entorpecimento”
O membro da família real disse que a participação na guerra não foi o motivo de ele desenvolver estresse pós-traumático, e que a guerra funcionou como gatilho para outras questões.
Ele contou que tinha ataques de pânico só de estar no carro a caminho do trabalho.
Na conversa, Harry também falou que perder a mãe, Diana, aos 12 anos o fez se fechar e não perceber como a morte o afetou. Ele disse que, durante 15 ou 20 anos, quando perguntavam “Você está bem?”, ele respondia: “Estou bem”.
Mudança para o Canadá e período depressivo por cerca de duas semanas
Harry disse que a mudança do Reino Unido para o Canadá, após renunciar à monarquia, foi outro período desgastante.
Ele afirmou que ficou “inútil em casa”, entrou em um estado depressivo por cerca de duas semanas e sentia que não conseguia funcionar sem adrenalina.
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