Renan Santos disse que vai proibir as bets após um seguidor relatar perdas, dívidas e crise por causa do vício em jogos. A fala puxa uma discussão que envolve saúde mental, renda e também dinheiro que o setor paga ao Estado.
Promessa de “proibir as bets” mira dependência e custo social
O candidato do Missão à Presidência compartilhou a mensagem de um seguidor que contou ter perdido dinheiro, contraído empréstimos e pensado em tirar a própria vida.
Renan Santos respondeu com a frase “Vou proibir as bets”. Ele coloca como foco os efeitos das apostas na dependência, no endividamento e no impacto sobre a saúde mental e a renda das famílias.
Setor já arrecadou R$ 12,2 bilhões e pagou R$ 4,5 bilhões em tributos em 2026
O texto afirma que proibir apostas esportivas significaria desmontar um mercado que o Estado decidiu legalizar, regulamentar e tributar.
Nos quatro primeiros meses de 2026, as empresas licenciadas faturaram R$ 12,2 bilhões e recolheram cerca de R$ 4,5 bilhões em tributos.
Também são citados custos de autorização federal: cada licença custa R$ 30 milhões e vale por cinco anos.
Proibição mexeria em patrocínios e exigiria acordo com o Congresso
O artigo diz que as casas de apostas viraram financiadoras da publicidade esportiva, com presença em camisas de clubes, campeonatos, transmissões de futebol e veículos de comunicação.
Como a exploração das apostas de quota fixa está prevista em lei, um governo Renan Santos precisaria convencer o Congresso a desmontar o modelo aprovado nos últimos anos.
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