Ricardo Magro, dono do grupo Refit, não está no Brasil e vira alvo da PF após buscas na casa de Cláudio Castro

A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira (15) buscas na casa de Cláudio Castro (PL) e mirou o empresário Ricardo Magro, controlador do grupo Refit. Magro mora em Miami, nos Estados Unidos, e não está no Brasil.

Por que o nome de Ricardo Magro entrou na difusão vermelha da Interpol

Como Ricardo Magro não está no Brasil, o STF determinou a inclusão do nome dele na difusão vermelha da Interpol.

O texto diz que a difusão vermelha funciona como um mecanismo de cooperação entre polícias de diferentes países para compartilhar informações em tempo real.

Operação Sem Refino mira ocultação patrimonial e lavagem ligados à Refit

A ação, batizada de Operação Sem Refino, apura um esquema de ocultação patrimonial, lavagem de dinheiro e evasão de divisas ligado à Refit, refinaria de Manguinhos.

A Justiça determinou o bloqueio de R$ 52 bilhões em ativos financeiros, e a PF cumpriu 17 mandados de busca e apreensão no Rio, em São Paulo e no Distrito Federal.

O artigo também cita que investigações anteriores apontam Ricardo Magro como um dos maiores sonegadores de impostos do país, com dívidas acumuladas de R$ 26 bilhões junto à União e aos estados.

Medidas também atingem ex-secretário Juliano Pasqual e outras pessoas afastadas

As medidas foram expedidas pelo ministro Alexandre de Moraes no âmbito da ADPF 635, conhecida como “ADPF das Favelas”.

Além das buscas, a Justiça determinou a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas e o afastamento de sete pessoas de funções públicas, entre elas endereços ligados ao ex-secretário de Fazenda Juliano Pasqual, ao ex-procurador Renan Saad e ao desembargador afastado Guaraci Vianna.

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