Rio abre cadastro para o Serviço Família Acolhedora com lares provisórios para crianças e adolescentes

A Prefeitura do Rio intensificou a campanha para cadastrar famílias que queiram apoiar o Serviço Família Acolhedora. O objetivo é ampliar lares provisórios para crianças e adolescentes afastados da família de origem por violação de direitos.

Programa usa medida judicial protetiva para acolhimento familiar temporário

O Serviço Família Acolhedora atende crianças e adolescentes vítimas de violação de direitos. O acolhimento acontece quando eles sofrem violência, abuso ou negligência.

O acolhimento conta com o apoio do Poder Judiciário. O órgão responde pela medida judicial protetiva do acolhimento.

Cadastro exige morar no Rio, ter entre 21 e 68 anos e passar por avaliação psicossocial

As famílias interessadas podem se cadastrar no site da Secretaria Municipal de Assistência Social. Também existe inscrição presencial em uma das Coordenadorias de Assistência Social (CAS) da cidade.

Para participar, a família precisa ser aprovada na avaliação psicossocial. Também deve morar no município e ter de 21 a 68 anos, com disponibilidade de tempo e afeto.

O município paga bolsa-auxílio mensal de R$ 1.400 por acolhido. O valor sobe para R$ 2.030 quando o acolhido tem alguma deficiência ou necessidade específica.

Acolhimento termina com adoção, retorno à família ou transição para a vida adulta

O acolhimento familiar é temporário. Ele dura até acontecer adoção por outra família.

Também pode terminar com retorno ao lar de origem ou transição para a vida adulta. No Rio de Janeiro, 19% das crianças e adolescentes acolhidos estão em famílias acolhedoras.

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