Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo STF e criou um novo impasse na cúpula do PL ao manter a intenção de ser suplente ao Senado por São Paulo. Mesmo com pena de 4 anos e 2 meses de prisão em regime semi-aberto, ele disse que não vai desistir dos planos.
Condenação no STF vira obstáculo interno no PL sobre a chapa para o Senado
A condenação de Eduardo Bolsonaro ocorreu sob acusação de tentar interferir no caso da trama golpista. Agora, a liderança do PL trata a presença dele na chapa como um fator que mais atrapalha do que ajuda.
A avaliação interna é que a chapa encabeçada por André do Prado ao Senado fica mais exposta com a participação de Eduardo. O partido faz essa leitura em contraste com o caso de Jair Bolsonaro, cujo apoio ainda pesa na relação com o presidente da ALESP, mesmo em prisão domiciliar.
Eduardo quer seguir como suplente de André do Prado apesar da pena
Eduardo Bolsonaro pretende ser suplente de André do Prado ao Senado por São Paulo. Ele cumpre pena de 4 anos e 2 meses de prisão em regime semi-aberto.
Eduardo já comunicou à legenda que não vai abrir mão de seus planos. No PL, caciques ficaram frustrados com a manutenção do nome na suplência, porque esperavam que ele desistisse se fosse condenado.
PL diz que não consegue tirar Eduardo da chapa e mira no debate com adversários
O partido afirma que não tem como retirar Eduardo da postulação, já que a decisão de colocá-lo na chapa partiu da família Bolsonaro. A cúpula do PL considera que não existe força interna para mudar o posto.
O PL também aposta que os adversários vão usar uma fala atribuída a Eduardo, dizendo que ele “jogou contra o Brasil” na disputa pela Casa Alta.
Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.