O STJ negou um pedido de habeas corpus e manteve Rogério Andrade preso no Presídio Federal de Campo Grande (MS), em segurança máxima. Ele está preso desde novembro de 2024, acusado de mandar matar o rival Fernando Iggnácio.
STJ mantém Rogério Andrade no Presídio Federal de Campo Grande (MS) após pedido negado
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o habeas corpus e manteve Rogério Andrade sob o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). A decisão manteve a prisão no Presídio Federal de Campo Grande (MS), classificado como segurança máxima.
Em janeiro, a defesa já havia feito um pedido parecido. O STJ também negou naquele momento.
Defesa questionou RDD, mas justiça disse que medida protege a segurança pública
Os advogados de Rogério Andrade entraram com o habeas corpus contra o RDD imposto ao contraventor. A justiça indeferiu o pedido.
Na decisão, o STJ destacou que o RDD é proporcional e necessário para resguardar a segurança pública. O tribunal citou a gravidade dos crimes atribuídos a Rogério e a periculosidade dele.
História familiar liga Rogério Andrade ao grupo de Castor de Andrade e à execução de Fernando Iggnácio
Rogério é sobrinho de Castor de Andrade, nome ligado à contravenção carioca. Segundo a matéria, ele não assumiu de imediato territórios e bens após a morte do tio em 1997.
A apuração cita que Paulo Roberto de Andrade, o Paulinho, e Fernando Iggnácio, genro do chefe, tocaram o grupo. Fernando Iggnácio foi executado em 10 de novembro de 2020, em uma emboscada no Recreio dos Bandeirantes.
Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.