Teorias conspiratórias sobre o Onze de Setembro seguem com cerca de 20% dos americanos após 25 anos

Mesmo depois de 25 anos, cerca de 20% dos americanos ainda acreditam em teorias conspiratórias sobre os atentados do Onze de Setembro. A discussão ganha força em Nova York, lembrada amanhã, em meio a debates sobre o que mudou depois da queda das Torres Gêmeas.

Memória dos atentados reacende explicações paralelas nos Estados Unidos

O texto cita que, em eventos grandes, costuma surgir um grupo que rejeita as explicações oficiais. Essa postura pode ter espaço em regimes opressivos, mas ganha outro tom quando há muitos dados disponíveis.

A persistência das teorias aparece ligada ao impacto dos próprios ataques. Os autores esperavam algo de enorme repercussão ao sequestrar cinco aviões e atingir alvos simbólicos, com 300 ou 400 vítimas, mas a queda das Torres Gêmeas mudou o tamanho do cenário.

De 2.977 vítimas às acusações de explosivos, segurança e “míssil”

Segundo o texto, a queda das Torres Gêmeas deixou 2.977 vítimas, excluindo os 19 sequestradores. Como o caso envolve a queda de prédios com impacto de dois aviões e combustível em chamas, a teoria conspiratória mais comum aponta instalação de cargas explosivas em diversos andares.

O conteúdo também menciona outra linha, na qual as forças de segurança dos Estados Unidos teriam deixado os terroristas agir. Outras teorias citadas falam em uso de míssil no Pentágono e levantam a pergunta sobre o que aconteceu com o avião sequestrado com 184 pessoas a bordo.

Levantamento da BBC fala em mortes com origem judaica e surgem outras alegações

O texto diz que existem alegações sobre judeus e cita um levantamento feito pela BBC. De acordo com o material, morreram nos atentados pelo menos 119 pessoas de origem judaica confirmada, mais 72 consideradas judias, mas sem confirmação total.

As teorias também conectam os atentados a consequências na guerra do Afeganistão e no Iraque, além do retorno dos talibãs ao poder no Afeganistão, mencionado no contexto da retirada definitiva das forças americanas decretada por Joe Biden.

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