Donald Trump disse nesta terça-feira, 19, que Cuba é uma “nação falida” e acusou o regime cubano de “ter matado muita gente”. A declaração acontece com a pressão dos Estados Unidos sobre a ilha aumentando e com autoridades americanas discutindo mudanças.
Trump diz que Cuba precisa de ajuda e critica o regime cubano
Em declaração à imprensa, Trump afirmou que “é um regime duro, que matou muita gente”.
Ele também disse que Cuba “realmente precisa de ajuda” e mencionou problemas no dia a dia, como “não conseguem ligar a luz” e “não têm o que comer”.
Falas de Cuba, Axios e novas sanções entram na mesma semana
As declarações de Trump saem um dia depois de Miguel Díaz-Canel dizer que qualquer ação militar dos EUA contra Cuba levaria a um “banho de sangue” e teria consequências “incalculáveis”.
No X (ex-Twitter), Díaz-Canel garantiu que a ilha “não representa uma ameaça” a Washington e que “nem tem “planos ou intenções agressivas contra qualquer país””.
Antes, o site Axios publicou que Cuba adquiriu mais de 300 drones militares dos aliados Rússia e Irã e planeja usá-los em ataques à base naval americana de Guantánamo, a navios militares dos Estados Unidos e a Key West, na Flórida.
Bloqueio, apagões e discussão sobre ação militar reforçam tensão
Washington impôs bloqueio ao ameaçar com sanções países que exportam combustível para Cuba, o que provocou apagões generalizados e piorou a economia da ilha, levando cubanos às ruas.
Nesta segunda, Trump anunciou nova rodada de sanções contra integrantes da cúpula política e militar de Cuba, e o Politico informou que assessores avaliam a opção militar com mais seriedade. O Politico também disse que o Comando Sul do Exército dos EUA fez reuniões de planejamento, mas que nenhuma ação é iminente.
Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.