Donald Trump demitiu o secretário da Marinha dos Estados Unidos, John Phelan, nesta quarta-feira, 22, ampliando uma sequência de exonerações no alto escalão militar. A mudança entra no radar por causa do timing durante a guerra.
Exonerações no alto escalão entram em cena no meio do conflito
Trump tem promovido uma reformulação ampla nas Forças Armadas desde o início do segundo mandato.
Nos Estados Unidos, mudanças bruscas na liderança militar costumam ser evitadas durante períodos de conflito, quando a continuidade do comando pesa para as operações.
John Phelan entra na lista após atritos com Pete Hegseth; veja outros nomes
A demissão mais recente atingiu John Phelan, afastado após meses de atritos com o secretário de Defesa, Pete Hegseth.
Segundo relatos de autoridades do Pentágono ao Wall Street Journal, Phelan teria irritado a cúpula ao apresentar diretamente ao presidente propostas estratégicas, como a criação de um novo navio de guerra, sem seguir a cadeia de comando.
Comando militar passa por nova rodada; entenda os cortes citados
Logo no início do segundo mandato, Trump demitiu o general Charles Q. Brown, chefe do Estado-Maior Conjunto, indicado por Joe Biden, em meio a críticas a políticas de diversidade do governo anterior.
Na mesma leva, foram afastadas a almirante Lisa Franchetti e, em abril de 2025, o general Timothy Haugh, diretor da Agência de Segurança Nacional (NSA), além de cortes que atingiram mais de uma dúzia de integrantes do Conselho de Segurança Nacional.
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