Donald Trump mandou impor novas sanções contra Cuba nesta sexta-feira, 1º, para pressionar o governo de Havana. A medida mira bancos estrangeiros, setores ligados à energia e à mineração e pessoas ligadas à segurança cubana.
Por que as novas sanções atingem bancos e regras de migração
Trump pediu que o governo dos Estados Unidos sancione bancos estrangeiros que trabalham com o governo comunista de Havana.
Ele também mandou endurecer as normas migratórias ligadas a Cuba.
O que a ordem federal diz e quais setores serão alvos
De acordo com Trump, serão sancionados indivíduos ligados aos setores de energia e mineração, além de pessoas envolvidas com o aparato de segurança cubano.
A ordem também cita cúmplices de corrupção e “graves abusos dos direitos humanos”. A Reuters informou que ainda não ficou claro quais pessoas ou entidades foram atingidas.
A ordem autoriza sanções secundárias a países que fizerem negócios com os indivíduos cubanos visados.
A ameaça citada por Trump e o efeito das sanções recentes
Trump diz que Cuba segue “representando uma ameaça extraordinária” para a segurança nacional americana. Ele também citou um aviso ligado ao alinhamento com o regime iraniano e grupos armados como o Hezbollah.
Desde o início deste ano, Washington suspendeu as exportações de petróleo venezuelano para Cuba após a deposição de Nicolás Maduro em 3 de janeiro. Depois, os EUA ameaçaram tarifas a países que enviassem petróleo bruto aos cubanos, e o México interrompeu os embarques.
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