Donald Trump disse que pode fechar um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz ainda nesta quarta-feira, 5, e avisou que o Irã será “duramente atingido” se as negociações não derem certo.
A rota marítima fica no centro das tensões no Oriente Médio e muda o ritmo da navegação na região, com impacto direto no fluxo de petróleo e gás.
Ormuz volta ao foco após alertas de Trump e negociações sobre passagem
O Estreito de Ormuz é uma rota estratégica no Oriente Médio.
Ele aparece nas tentativas diplomáticas para encerrar o conflito e também nas ofensivas recentes de ambos os lados, depois de acordos de cessar-fogo de abril e junho.
Trump cita reabertura “amanhã ou depois de amanhã” e ameaça o Irã
Na terça 4, Trump afirmou que um acerto para reabrir Ormuz poderia vir “amanhã ou depois de amanhã”.
Na entrevista à Fox News, ele disse que o Irã será “duramente atingido” se o estreito não for reaberto “muito em breve”.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, falou em “avanços” nas negociações com Irã e Omã e disse que “Nenhum acordo definitivo foi concluído ainda” e que a expectativa é que isso aconteça “muito em breve”.
Tratativas citam plano de 60 dias e tempo de 30 dias para remover minas
O portal de notícias Axios informou, com fontes sob condição de anonimato, que as conversas incluem um arranjo de 60 dias para a passagem segura pelo estreito, sem cobrança de pedágio durante esse período.
Segundo a apuração, a desobstrução da faixa central com remoção de minas explosivas deve durar 30 dias, com uso da faixa tanto para entrada quanto para saída, em um acordo permanente entre Omã e Irã.
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