Donald Trump disse que vai “pegar” o estoque de 440 quilos de urânio enriquecido e impedir que o Irã fique com o material. O Irã, por ordem de Mojtaba Khamenei, mantém que o urânio não sai do país.
Choque entre EUA e Irã trava acordo sobre o urânio ligado às bombas
O texto aponta que não existe condição para um acordo que encerre as hostilidades de forma definitiva. Isso ocorre mesmo com Trump dizendo repetidamente que um acordo estaria perto.
Segundo o relato, Israel também considera inaceitável que o urânio, já manipulado para ficar muito perto do necessário para bombas nucleares, continue no Irã.
440 quilos de urânio, ordem de Khamenei e o destino do material em cilindros
Trump resumiu seu plano ao falar: “Nós vamos pegá-lo”. Ele também disse: “Provavelmente vamos destruí-lo, depois de pegá-lo, mas não vamos deixar que eles fiquem com ele”.
O artigo afirma que o urânio não sai do Irã por causa de uma ordem atribuída a Mojtaba Khamenei. A matéria cita que o urânio está mantido como gás em cilindros parecidos com tanques de mergulho.
O texto diz que esses cilindros podem ficar em túneis perto de duas centrais nucleares iranianas. A metade do acesso foi bloqueada por bombardeios que soterraram entradas, e não há informações confiáveis sobre o que aconteceu com as centrífugas.
Sem mudança de regime, acordo fica difícil e a volta à guerra entra na conta
A matéria afirma que a renúncia ao estoque de urânio enriquecido só seria possível com mudança de regime, um objetivo implícito da campanha aérea. O texto diz que não houve essa mudança e que não há indicação disso no momento.
O artigo também afirma que, sem acordo, Israel defende novos bombardeios e Trump protela. A volta à guerra, segundo a matéria, vai ficando mais inevitável com o tempo.
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