Donald Trump declarou nesta quarta-feira, 8, que a trégua com o Irã terminou. O anúncio veio enquanto os confrontos entre os dois países voltaram a crescer no Golfo e no Estreito de Ormuz.
Após trégua com o Irã, Trump muda o foco na Otan e volta a mirar a Groenlândia
Durante a cúpula da Otan, Trump falou sobre o Irã e, ao mesmo tempo, direcionou críticas a parceiros europeus da aliança.
Ele voltou a atacar a soberania dinamarquesa sobre a Groenlândia e disse mais uma vez que a ilha no Ártico deveria integrar os Estados Unidos.
Declarações citaram Irã e foram feitas ao lado de Mark Rutte na cúpula da Otan
Trump afirmou que não ficou satisfeito com a Otan por causa do que “fizeram com a Groenlândia” e por não terem ajudado “com o principal Estado patrocinador do terrorismo, que é o Irã”.
Ao lado do secretário-geral da organização, Mark Rutte, Trump disse que a Groenlândia “é um grande problema para nós” e que a ilha é “muito importante para os Estados Unidos, mas não é importante para a Dinamarca”.
Segundo ele, Washington precisa da Groenlândia para proteção, e completou dizendo que isso “nos ajuda”.
Dinamarca reafirma que Groenlândia “não está à venda” e espera respeito ao direito de autodeterminação
No início do ano, Trump ameaçou tomar a Groenlândia à força, e depois recuou ao anunciar, em janeiro, um acordo sobre o território com o secretário-geral da Otan, com detalhes ainda difusos.
Nesta quarta-feira, a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, voltou a dizer que a Groenlândia “não está à venda” e defendeu o respeito ao direito dos groenlandeses à autodeterminação.
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