Donald Trump anunciou que os Estados Unidos se preparavam para “atacar com força” os iranianos. Poucas horas depois, bombas atingiram instalações iranianas, em mais uma rodada de escalada no Oriente Médio.
Escalada volta a ganhar força e negociações perdem espaço com ataques sucessivos
Trump entrou na discussão depois de dias com bombas no Irã, em Israel e no Líbano, contra posições navais americanas na região.
O texto cita o cessar-fogo de abril como “o cessar-fogo mais furado da história”, com ataques de ambos os lados empurrando as tentativas de negociação.
De Beirute ao Estreito de Ormuz: da recusa do Hezbollah ao abate do Apache
Em Beirute, Israel preparava um ataque a redutos do Hezbollah, milícia libanesa ligada ao Irã, quando Trump impediu a operação e anunciou um cessar-fogo no Líbano.
O Hezbollah não aceitou e seguiu com drones contra forças e cidades israelenses. Israel reativou o plano e atingiu a capital do Líbano, e o texto afirma que mísseis iranianos foram disparados contra Israel.
Depois, um helicóptero-patrulha Apache foi abatido pelo Irã nas proximidades do Estreito de Ormuz, que liga a passagem de parte do petróleo mundial. Os dois pilotos foram resgatados ilesos, e Trump escreveu que os Estados Unidos iam responder ao ataque, com bombardeios americanos e disparos iranianos contra alvos no Golfo Pérsico.
Agência da ONU ordena inspeções e Irã diz não; acordo depende de Ormuz e do Golfo de Omã
Na quarta-feira 10, a Agência Internacional de Energia Atômica, órgão da ONU, ordenou que o Irã voltasse a permitir inspeções regulares do programa nuclear. O governo respondeu com “um sonoro não”.
O texto coloca duas condições para um acordo: o Irã liberar o tráfego marítimo por Ormuz e Washington suspender o bloqueio a embarcações iranianas no Golfo de Omã.
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