Relatos de políticos do Rio apontam cobranças de R$ 250 mil e R$ 680 mil por serviços de campanha, enquanto o Ministério Público e a Polícia Federal falam em golpes e lavagem de dinheiro. A situação chama atenção para a disputa eleitoral de 2026 e para o custo que circula nas campanhas.
Ministério Público e Polícia Federal citam crimes e campanhas do Rio ficam mais caras
O texto menciona que o Ministério Público fala em golpes de milhões e que a Polícia Federal constatou lavagem de bilhões.
Dentro desse cenário, aparecem relatos de propostas para atuação eleitoral, com valores considerados altos por quem recebeu a abordagem.
Cobranças de R$ 250 mil e R$ 680 mil entram no relato de bastidores no RJ
Um político do PL disse ter ficado chocado quando um cabo eleitoral o procurou com um plano para a campanha.
Segundo o relato, o trabalho custava R$ 250 mil, em uma cidade de 40 mil habitantes.
Outro petista descreve uma proposta de quatro meses na Região Metropolitana, por R$ 680 mil, com a expectativa de dois mil votos para o candidato.
TSE fixa teto de gastos e impõe números que contrastam com as cobranças citadas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu manter, nas eleições de 2026, os mesmos limites de gastos de campanha usados em 2022, com decisão unânime.
No Rio, o candidato a deputado estadual pode gastar até R$ 1.270.629,01. Para deputado federal, o limite citado é R$ 3.176.572,53.
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