Ruínas de vitrines e avisos de roubo em Paris e mudanças no cenário político ligam a crise do “centro” à eleição presidencial de abril. O governo de Emmanuel Macron e a queda de candidaturas moderadas entram no radar.
Paris registra saques e vitrines cercadas enquanto governo de Macron perde força
Em ruas de Paris, tapumes de compensado protegem as vitrines atingidas por ondas de manifestações e saques.
Em um dos estabelecimentos, um aviso escrito à mão diz: “Não sobrou mais nada. Foi tudo roubado”.
Candidaturas moderadas caem e disputas podem ficar entre Marine e Mélenchon
A rejeição ao centro aparece nas candidaturas e, no caso francês, atinge especialmente Édouard Philippe.
O texto cita que Édouard Philippe é um ex-primeiro-ministro que conseguiu se desvencilhar de Macron e que poderia ir ao segundo turno com Marine Le Pen.
Também é mencionada a chance de o segundo turno ser disputado por Marine e Jean-Luc Mélenchon, que mantém princípios da militância trotskista e a tática do conflito permanente.
Campanhas no Brasil e no exterior reforçam a rejeição ao centro e puxam a eleição
O artigo lembra que, no Brasil, a rejeição ao centro apareceu com a guinada para a esquerda, ligada ao tsunâmi assistencialista da campanha vitoriosa de Lula.
Nos EUA, o texto diz que a novidade nas eleições para o Congresso envolve parlamentares que se assumem socialistas.
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