Conservadores dos EUA e da Europa passaram a criticar Donald Trump após decisões ligadas ao Irã e a sinais de atrito com a Otan. As reações ganham força no meio das preocupações sobre como o presidente conduz conflitos e alianças internacionais.
Críticas à Otan e ao jeito de Trump lidar com o Irã mexem com conservadores
Além de correntes mais radicais, a direita convencional também reagiu às atitudes de Trump. O texto cita Giorgia Meloni, Marine Le Pen, Kemi Badenoch e Nigel Farage entre quem criticou a guerra e o modo como ela foi conduzida.
Outra frente citada é a forma como Trump tratou a situação no Estreito de Ormuz. O artigo aponta ameaças e insinuações de que o assunto seria ligado aos consumidores diretos.
Declarações sobre sair da Otan e acordo no Estreito de Ormuz entram no radar
Trump, segundo o texto, fez alertas em série ao entrar em duas áreas vitais para os EUA e para o mundo. A primeira envolve a Otan e a ideia de represália aos países europeus que negaram o uso das bases alugadas pelos americanos.
O artigo diz que, nesta semana, um acordo resolveu o pior dos problemas no Estreito de Ormuz. Mesmo assim, a publicação relata uma impressão de que Trump pode deixar aliados na mão.
O texto traz ainda um trecho do comentarista Irwin Stelzer na revista Spectator. Ele afirma que o regime iraniano conservaria urânio enriquecido suficiente para “onze bombas nucleares” e manteria capacidade de atacar Israel e Berlim.
Publicação destaca risco de “vitória” e possível volta de tropas americanas
O artigo pergunta se Trump chegou ao ponto de assustar a direita também. Ele usa como referência o cenário descrito por Stelzer, que fala em declaração de vitória e chamada da tropa de volta.
A publicação menciona a discussão sobre quem ficaria responsável por evitar retaliação quando as forças americanas voltarem para casa. Ela cita o controle sunita do Golfo mudando para o Irã xiita no raciocínio do comentarista.
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