No domingo 12, o conservador Péter Magyar venceu Viktor Orbán após 16 anos no poder na Hungria, com ampla maioria no Parlamento. A mudança importa porque altera o comando do país e a relação com a União Europeia agora.
Eleição na Hungria vira para Péter Magyar após 16 anos de Viktor Orbán
Em Budapeste, perto do Palácio Carmelite, a multidão comemorou até tarde da noite. A vitória colocou fim ao comando de Viktor Orbán, que ficou no cargo por 16 anos.
Orbán construiu um modelo que ele mesmo chama de “democracia iliberal”. Ele também virou referência para a direita radical em outros países.
Magyar, 45 anos, lidera união com Tisza e faz 2/3 do Parlamento
O texto diz que Péter Magyar, 45 anos, agitava a bandeira húngara celebrando a derrota de Orbán. Ele não era apenas apontado como candidato, mas venceu com larga margem.
Segundo a matéria, a vitória veio com dois terços do Parlamento. Isso aconteceu em uma união do novato Tisza com siglas da esquerda à direita.
A promessa de Magyar foi “Faremos tudo para restaurar o estado de direito”. O artigo acrescenta que ele ainda não detalhou os próximos passos.
Rumo à agenda com a União Europeia e expectativa sobre impacto na extrema direita
Em um ponto, Magyar indicou que a agenda deve seguir a da União Europeia, já que o país pertence ao bloco. O texto também lembra que a Hungria ficou próxima da Rússia de Vladimir Putin durante esse tempo.
A matéria destaca que a derrocada de Orbán, apoiado abertamente por Donald Trump, deve repercutir na extrema direita global. O impacto citado depende de como a mudança vai ser lida fora da Hungria.
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