Ministério Público nega prisão agora e pede mais provas contra Bang Si-Hyuk

A Justiça de Seul decidiu não pedir prisão preventiva neste momento para Bang Si-Hyuk, presidente da HYBE, e pediu mais provas antes de avançar. A medida afeta o andamento de uma investigação sobre suspeita de fraude ligada à empresa do BTS.

Pedido de prisão preventiva contra o presidente da HYBE é negado e volta para investigação

A Agência de Polícia Metropolitana de Seul tinha solicitado aos promotores um mandado de prisão contra Bang Si-Hyuk por suspeita de fraude. O Ministério Público do Distrito Sul de Seul considerou que o pedido não tinha fundamentos suficientes para a detenção agora.

A decisão foi confirmada pela Unidade Conjunta de Investigação de Crimes Financeiros e de Valores Mobiliários da Procuradoria do Distrito Sul de Seul. O órgão declarou que não há justificativa suficiente para a prisão preventiva nesta fase e pediu investigação complementar.

Investigação cita 2019, oferta pública e acordo paralelo ligado a lucros

Bang é investigado por suspeitas de ter enganado investidores em 2019. A polícia aponta que ele teria dito que a HYBE não tinha planos imediatos de abrir capital.

Segundo a polícia, investidores venderam ações para um fundo ligado a associados da empresa pouco antes do IPO. A polícia diz que esse fundo teria pago cerca de 200 bilhões de won, aproximadamente 676 milhões de reais, a Bang por um acordo paralelo que garantiria 30% dos lucros após a operação.

Por meio de representantes da HYBE, Bang nega qualquer irregularidade. Ele afirma que coopera com a investigação há meses.

Bang não pode deixar o país até agosto enquanto o caso segue

Mesmo com a negativa do pedido de prisão agora, Bang está proibido de deixar o país até agosto. A imprensa local afirma que as autoridades não veem risco concreto de fuga.

Com a apuração em andamento, a polícia deve reunir mais provas antes de o caso seguir adiante.

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