Colômbia homenageia 21 mortos em ataque e diz que Iván Mordisco liderou atentado

Centenas de pessoas se reuniram em Cauca na segunda-feira 27 para prestar homenagem aos 21 mortos no mais letal atentado a bomba da Colômbia em três décadas. O governo colombiano diz que o ataque foi feito por dissidentes das extintas Farc, sob comando de Iván Mordisco, o criminoso mais procurado do país.

Homenagem em Cauca marca o golpe que muda o clima antes da eleição na Colômbia

O episódio deixou 21 mortos e virou o mais letal atentado a bomba do país nas últimas três décadas. A tragédia também lança uma sombra sobre a eleição presidencial na Colômbia, marcada para 31 de maio.

Na segunda-feira, a candidata de direita Paloma Valencia denunciou um plano de Mordisco para assassiná-la. Ela disse que os dissidentes oferecem mais de meio milhão de dólares pela morte dela.

O governo aponta emboscada com barricada no sábado 25 e diz que só civis morreram

O Exército diz que os rebeldes montaram uma barricada no último sábado 25 para atrair as forças de segurança. A ideia era emboscá-las com explosivos, de acordo com a agência de notícias AFP.

O ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez, falou em tentativa de retaliação. Ele citou o aumento da pressão militar depois do fracasso das negociações de paz entre Mordisco e o presidente Gustavo Petro.

Nenhum soldado ou policial morreu no ataque. Todas as vítimas eram civis.

Quem é Iván Mordisco e como ele entrou no alvo do governo de Petro

Iván Mordisco tem drones explosivos e carros-bomba como marca citada na reportagem. O texto afirma que ele se recusou a assinar o acordo de paz de 2016 e que financia as atividades com o tráfico de cocaína.

Em 2024, ele rompeu as conversas de paz depois que o presidente o chamou de “traqueto”. Petro disse “Quero Iván Mordisco capturado vivo, não morto” e lançou uma caçada com recompensas milionárias por sua captura.

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