Mercado preditivo traz apostas sobre política e guerra, com polêmicas por informação privilegiada

Um novo ciclo de apostas preditivas promete desde eleições presidenciais até eventos na Casa Branca, enquanto surgem debates sobre possível uso de informações privilegiadas. O tema ganhou força com o crescimento de casas on-line como Kalshi e Polymarket.

Palpites que vão de eleições a geopolítica puxam crescimento das bets preditivas

O mercado preditivo usa apostas ligadas a acontecimentos do mundo real. Ele atrai pessoas que acompanham temas de economia e política.

Mesmo com controvérsias, a atividade segue avançando no mundo. A discussão envolve o risco de informações que podem beneficiar apostadores bem conectados.

Kalshi e Polymarket aceleram e Brasil entra em lista de países onde o governo federal não permite

Em 2025, o mercado movimentou 40 bilhões de dólares. A previsão citada no texto é chegar a 1 trilhão em cinco anos.

Nas últimas semanas, a guerra no Irã virou foco de palpites. O volume de lances subiu 400% em uma escolha entre “sim” ou “não”, com média de 600 000 usuários por mês.

No modelo descrito, o valor da aposta flutua entre compra e venda e quem perde paga. O texto diz que na segunda-feira 4 o Brasil entra no pelotão de países onde a operação é proscrita pelo governo federal, enquanto não houver legislação em vigor.

Casos citados e alerta para impacto no bolso e no comportamento

Entre os exemplos citados, está o caso do soldado americano que lucrou meio milhão de dólares ao acertar o momento exato da queda de Nicolás Maduro e foi indiciado. Na terça-feira 28, ele declarou-se inocente na primeira audiência do caso.

O artigo também cita críticas após milhares de pessoas apostarem na morte de um piloto americano cujo avião foi abatido no Irã. No Brasil, o texto afirma que as apostas on-line aparecem como fator de endividamento das famílias.

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