Crise de Flávio Bolsonaro mexe com nomes da direita para 2026

A crise do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já está levando a movimentações na direita para a eleição presidencial de 2026. José Benedito da Silva, editor de Política de VEJA, citou cenários sobre candidatos tradicionais e a chance de nomes fora do eixo ganharem espaço.

Nomes como Caiado e Zema ainda não fecham acordo com a direita

Segundo José Benedito, Ronaldo Caiado e Romeu Zema ainda não conseguiram consolidar apoio suficiente entre os partidos do Centrão e entre o eleitorado conservador.

Ele disse que não vê quem consiga crescer a ponto de virar uma alternativa consistente.

Troca de partido e dificuldade de unir legendas do Centrão

Durante o debate, Marcela Rahal lembrou que Caiado precisou deixar o União Brasil e migrar para o PSD para viabilizar sua candidatura presidencial.

José Benedito afirmou que tanto Caiado quanto Zema enfrentam problemas para construir unidade no campo conservador. Ele também disse que não imagina Zema atraindo todas as legendas do Centrão e nem Caiado conseguindo fazer o mesmo.

Ele acrescentou que a crise de Flávio ainda pode mudar esse quadro até as convenções partidárias, citando “Até julho tem muita água ainda para passar por cima e por baixo dessa ponte”.

Joaquim Barbosa e Renan Santos aparecem como alternativas nas pesquisas

José Benedito disse que a fragilidade das candidaturas tradicionais pode abrir espaço para nomes fora da política “convencional”. Ele citou o lançamento de Joaquim Barbosa como possível presidenciável.

Ele também mencionou Renan Santos, empresário e ativista do MBL, e disse que, na pesquisa AtlasIntel mais recente, Renan apareceu numericamente à frente de Caiado e Zema com 6%.

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