Monique Medeiros diz ao júri que Leniel Borel era “pai ausente” no caso Henry Borel

No nono dia de julgamento do caso Henry Borel, Monique Medeiros, mãe do menino, falou ao júri sobre a relação do filho com o vereador Leniel Borel, pai da criança. Ela disse que Leniel era um bom pai, mas chamou Leniel de “pai ausente”.

Monique relata proximidade do filho com o avô materno durante o julgamento

Monique afirmou que o filho ficava mais perto do avô materno. Ela disse que o menino foi bem recebido na casa de Jairinho quando a família se mudou para o imóvel do ex-vereador.

Ela citou que, segundo as denúncias, Henry teria sido morto por agressões nesse local.

“Abraço apertado” e pedido para não ficar sozinho viraram ponto de tensão

Durante as respostas à juíza Elizabeth Machado Louro, a ré contou que as desconfianças de Leniel sobre Jairinho começaram no primeiro fim de semana após a mudança. Ela disse que Henry teria reclamado de um “abraço apertado” do padrasto.

“Leniel veio falar comigo que não gostou. Foi nesse dia que as coisas começaram a mudar”, disse Monique. Depois disso, o pai pediu que o menino não ficasse sozinho com Jairinho.

Monique diz que hoje acredita que Jairinho “pode ter sido” o responsável

No mesmo depoimento, Monique afirmou que, hoje, acredita que Jairinho “pode ter mesmo matado” seu filho. Ela disse que chegou a essa conclusão pelo “modus operandi” de Jairinho e citou outras acusações envolvendo violências contra crianças.

Ela também falou que acredita ter sido dopada por Jairinho no dia da morte. “Jairo sempre me dava comprimidos à noite, vi ele macerando um comprimido na minha taça de vinho”, disse Monique.

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