Os dados sobre a economia dos Estados Unidos mostram avanço com crescimento do PIB de 2,3%, inflação em 3% e desemprego em 4,2%. Ao mesmo tempo, a aprovação de Donald Trump fica na faixa de 40,2% e a confiança dos consumidores cai desde o início da guerra com o Irã.
Crescimento acima das economias avançadas e inflação controlada
O PIB dos EUA cresceu 2,3%, um destaque entre economias avançadas. Canadá ficou em 1,9%; França em 0,9%; Reino Unido em 0,8%; Alemanha no mesmo patamar mencionado no texto; e 07% para o Japão.
A inflação aparece em 3% e o desemprego em 4,2%. O resultado vira o menor número de demissões desde 1969 e o S&P500 sobe 25,2% desde que Trump assumiu.
Produtividade, gás e impacto da guerra com o Irã entram no jogo
O texto aponta aumento da produtividade na faixa de 2% e um mercado energético forte como outros fatores. A reportagem cita o fracking, com atitude pragmática apesar de restrições ambientais, e diz que a produção americana de gás praticamente substituiu a dos sancionados.
Na guerra do Irã, o material afirma que o choque está sendo absorvido com flexibilidade, mas a gasolina pesa para a queda da aprovação de Trump. A confiança dos consumidores cai, com dois terços dizendo que cortaram gastos por causa da inflação.
Conversa sobre “segurança econômica” e tarifas com Scott Bessent
O saldo positivo é ligado a uma mudança de fundamentos promovida por Trump e aplicada pelo secretário da Fazenda, Scott Bessent. Entre os pilares, entra a “segurança econômica”, ligada à reindustrialização nas áreas em que o país ficou mais exposto.
O texto também traz dois pontos do economista: “A abertura ao comércio e aos investimentos precisa ser estritamente recíproca” e “A dominância global do sistema financeiro americano precisa ser ativamente protegida”. O material diz ainda que as tarifas viram uma arma central e que o capitalismo sem controle do governo enfrenta mão mais pesada.
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