A arrecadação de ICMS do setor de combustíveis no Rio teve alta de 77% no segundo trimestre de 2026 e chegou a quase R$ 2,4 bilhões, entre abril e junho. O valor veio contra R$ 1,3 bilhão no mesmo período de 2025.
Salto na arrecadação de ICMS no 2º trimestre do Rio
A Secretaria de Estado de Fazenda informou que o recolhimento do imposto no setor de combustíveis subiu de R$ 1,3 bilhão para quase R$ 2,4 bilhões entre abril e junho.
O aumento ocorre após medidas adotadas contra o grupo ligado a Ricardo Magro, responsável pela refinaria Refit.
PF, STF e Interpol marcam caso envolvendo Ricardo Magro
Em maio, Ricardo Magro foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF). A prisão dele foi decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e o nome dele foi incluído na Difusão Vermelha da Interpol.
No início deste mês, o governador em exercício Ricardo Couto disse, em entrevista ao Jornal “O Globo”, que o afastamento de Magro mudou o setor no estado.
Cassação de inscrições e mudança no benefício fiscal aparecem nas medidas
A Secretaria de Estado de Fazenda informou que houve a cassação das inscrições estaduais da Refit e de outras 19 empresas ligadas ao grupo de Ricardo Magro. A Refit também perdeu o enquadramento no benefício fiscal de diferimento de ICMS (pagamento do imposto só no momento da venda) na importação de combustíveis.
Também houve reestruturação da inspetoria de combustível e da operação de barreiras fiscais.
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