Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva dizem que ele e o grupo trabalham para impedir que o novo tarifaço dos Estados Unidos a produtos brasileiros afete a imagem do petista com o eleitorado antes da corrida presidencial. O tema envolve como o governo vai tratar a decisão anunciada pelo governo de Donald Trump.
Governo mira na forma de tratar a decisão de Trump para reduzir desgaste com o eleitorado
Segundo aliados, a estratégia passa pela maneira como Lula e auxiliares abordam a taxação de produtos brasileiros. Eles também colocam o esforço de alinhamento com o eleitorado como foco do momento político.
O grupo lembra que o Brasil tem déficit na relação comercial com os Estados Unidos. Isso, de acordo com a argumentação dos aliados, reduz parte do que a Casa Branca usa para justificar a medida.
Lula, Alckmin e ministros reforçam abertura ao diálogo e citam déficit comercial
Numa segunda frente, Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e ministros que tratam do assunto dizem que o governo brasileiro considera o novo tarifaço injusto e descabido. Mesmo assim, afirmam que o Brasil segue aberto ao diálogo e a sentar para negociar.
Com isso, o governo tenta derrubar a ideia de que o Palácio do Planalto teria causado a decisão dos EUA. A narrativa atacada cita o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e bolsonaristas.
Resposta ao argumento sobre “indisposição” inclui também atribuição ao grupo bolsonarista
Aliados insistem em atribuir o “pesadelo comercial” às articulações do clã bolsonarista com Trump e Rubio. Eles citam Flávio Bolsonaro, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo.
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