Com as eleições estaduais chegando em outubro, o Rio de Janeiro volta ao centro do debate com políticos antigos tentando voltar às urnas em várias frentes. A mudança envolve até o governo, já que Cláudio Castro deixou o posto e a cadeira passa por Ricardo Couto.
Palácio Guanabara sem governador, e disputa eleitoral puxa nomes antigos
O governador Cláudio Castro deixou o cargo. O desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça, aparece como o terceiro na linha sucessória.
O Tribunal de Justiça entra no roteiro com Couto sentado provisoriamente na cadeira em disputa no Palácio Guanabara. O texto diz que ele não ambiciona essa posição.
Quem volta ao jogo: Garotinho, Cabral, Pezão, Witzel, Crivella e Cunha
Entre os nomes citados no texto, aparecem quatro ex-governadores: Anthony Garotinho, Sérgio Cabral, Luiz Fernando Pezão e Wilson Witzel. Também entram o ex-prefeito Marcelo Crivella e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha.
O artigo afirma que Witzel teve o mandato abreviado por impeachment durante investigação sobre superfaturamento de respiradores na pandemia. Garotinho respondeu a acusações de corrupção e compra de votos e chegou a ser detido cinco vezes.
O texto diz que Cabral e Pezão estão ligados à eleição de parentes para a Assembleia Legislativa (Alerj). Cunha e Crivella tentam recuperar assentos no Congresso, respectivamente, na Câmara e no Senado.
Estratégias e próximos lances: Alerj, Câmara e Senado
O artigo aponta que a ideia de Cabral e Pezão inclui colocar familiares na Alerj. Cabral lançou o filho, Marco Antônio, e Pezão optou pelo enteado Roberto Horta Jardim, que adotará o nome Betão Pezão.
Crivella aparece com a tentativa de virar a página após condenação no escândalo chamado QG da Propina. O texto também cita que Eduardo Cunha tenta candidatura por Minas Gerais, depois de ter sido bloqueado e rejeitado no pleito de São Paulo em 2022.
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