Roberto Brant, coordenador do programa de governo do PSD ligado a Ronaldo Caiado, defende um “Estado mais magro e mais musculoso” para destravar investimentos e melhorar serviços públicos. Ele também diz que, se as políticas atuais seguirem por mais quatro mandatos, as contas públicas do país chegam ao colapso.
Brant diz que o Estado atual é “gordo e incapaz de investir”
Brant afirma que o problema do Brasil envolve custo e ineficiência nos serviços públicos.
Na visão dele, o país não precisa de um Estado menor, e sim de um Estado “mais magro e mais musculoso”.
Medidas miram consolidação fiscal e controle de despesas obrigatórias
O coordenador do programa diz que as políticas fiscais e econômicas atuais, mantidas por mais quatro mandatos, levariam o país ao colapso das contas públicas.
Ele cita a intenção de repetir a linha-mestra adotada por Michel Temer de 2016 a 2018, sem reintroduzir o teto de gastos.
Brant diz que o plano envolve esforço de “consolidação fiscal” com projeto acordado com o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional, para “restabelecer um mínimo de normalidade na curva de crescimento da dívida”, recuar os juros reais e criar espaço fiscal para “gastos de qualidade”.
Caiado vai mexer nas emendas parlamentares e evitar novas despesas
Brant garante que a proposta não significa choque nem rompimento de contratos em vigor.
Ele afirma que Caiado vai “enfrentar o problema das emendas parlamentares” e que pretende fazer despesas obrigatórias não crescerem acima da inflação, sem criar despesas novas, novos cargos ou colocar mais gente no governo.
Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.