Vitor Hugo de Oliveira Simonin, um dos réus preso por estupro coletivo em Copacabana em 31 de janeiro, foi indiciado pela 12ª DP (Copacabana) por outro crime ligado a uma festa em Botafogo, em 2025. O novo indiciamento coloca mais um processo na investigação do caso.
Indiciamento na 12ª DP amplia investigação sobre Vitor Hugo após crime em Copacabana
O caso de Copacabana virou alvo de denúncias após ganhar repercussão no começo do ano.
Segundo a reportagem, o pai de Vitor Hugo ocupava o cargo de subsecretário à época e foi exonerado depois que o episódio ganhou notoriedade. José Carlos Simonin era vinculado à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.
Menor de idade relata tentativa de sexo oral durante festa em Botafogo em 2025
Uma menor de idade, que estava alcoolizada durante uma festa em Botafogo, disse que Vitor Hugo a forçou a fazer sexo oral, mesmo com ela repetindo que não queria.
A delegacia ouviu testemunhas que relataram que ele tentou tocar a vítima sem consentimento em diferentes momentos da festa.
De acordo com o relatório final do inquérito, a adolescente reconheceu formalmente Vitor Hugo e há “robustos indícios de autoria”.
Outro inquérito segue em sigilo e audiência do caso em Copacabana muda de data
Vitor Hugo também é alvo de outra investigação. Em julho, a Deam da Zona Sul instaurou um inquérito após receber do MPRJ uma notícia de fato sobre um possível estupro contra uma adolescente de 17 anos durante o pré-carnaval deste ano.
A investigação está em andamento e tramita sob sigilo. A audiência do caso de estupro coletivo em Copacabana, que ocorreria na sexta-feira (07), foi adiada para a próxima quinta-feira (13).
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