Estudo aponta que casos de Lulinha e Marcola geram menos dano do que escândalo do Banco Master

Um levantamento do Instituto Democracia em Xeque diz que a abertura de investigações contra Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, e o afastamento de Marcola, por suspeita ligada ao escândalo do INSS, ainda não geraram o mesmo impacto negativo na campanha de Lula que o Banco Master causou em Flávio Bolsonaro. A pesquisa foi divulgada nesta terça-feira, 11.

Instituto diz que suspeitas sobre Lulinha e Marcola seguem “difusas” entre indecisos

O estudo mostra que os dois assuntos seguem “difusos” no imaginário do eleitor.

O trabalho aponta que, por isso, eles não prejudicam a imagem de Lula da mesma forma que o escândalo do Banco Master afeta Flávio Bolsonaro.

Investigação contra Lulinha e afastamento de Marcola entram no debate eleitoral

O Instituto Democracia em Xeque associa o levantamento ao cenário criado pela abertura das investigações contra Fábio Luís Lula da Silva e pelo afastamento do ex-assessor Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola.

O motivo citado envolve suspeita de vínculos com os investigados no escândalo do INSS.

O estudo registra a comparação direta entre os casos e afirma que “Os casos Lulinha e Marcola reabrem suspeitas sobre Lula e seu entorno, mas não produzem, nesta rodada, dano equivalente ao do Master para Flávio.”

Pesquisa aponta cobrança para Lula ser mais cuidadoso com pessoas próximas

Mesmo com a avaliação de que valores monetários citados parecem menores do que o Banco Master, o estudo diz que cresce a cobrança para que Lula escolha pessoas próximas com mais cuidado e preserve a “autonomia investigativa” da PF.

Segundo o Democracia em Xeque, Lula avança nesse grupo de eleitores indecisos ao “fala pouco, fala certo, preserva serenidade, defende autonomia da PF e evita transformar suspeitas familiares ou de entorno em espetáculo político”.

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