Drones passaram a ser usados em ataques e reconhecimento na Ucrânia e no Oriente Médio, mudando o jeito de fazer guerra. A lista abaixo reúne cinco modelos de combate em operação ou desenvolvimento, com tecnologias que vão de vigilância e ataque a armamento em enxames.
Como os drones viraram peça central em ataques e defesa
Na Ucrânia e no Oriente Médio, aviões não tripulados passaram a entrar em missões de ataque, reconhecimento e operações de defesa.
O uso não fica só nos modelos de baixo custo. Alguns países usam drones que ficam horas no ar, carregam armamentos de precisão e, em alguns casos, tentam escapar da detecção por radar.
MQ-9 Reaper, S-70 Okhotnik, Bayraktar TB2, Wing Loong II e Shahed em detalhes
O MQ-9 Reaper, produzido pela General Atomics e operado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos, foi feito para missões de inteligência, reconhecimento e ataques de precisão. O texto diz que ele pode voar a até 50 mil pés de altitude e levar até 1,7 tonelada de carga útil, com armamentos como mísseis Hellfire e bombas guiadas.
O S-70 Okhotnik, desenvolvido pela Sukhoi na Rússia, usa características voltadas a reduzir a assinatura de radar. O material cita que o drone foi projetado para operar junto com o caça Su-57 e que dados russos apontam cerca de 1.000 quilômetros por hora.
O Bayraktar TB2, da empresa turca Baykar, pode ficar mais de 20 horas no ar, chegar a 22 mil pés de altitude e levar até 150 quilos de carga útil, de acordo com o fabricante. Já o Wing Loong II, da China, pode operar por mais de 30 horas e transportar centenas de quilos, usando bombas e mísseis guiados; e o Shahed, do Irã, é descrito como simples, focado em baixo custo e produção em grandes volumes com lançamentos em enxames, usados em larga escala pela Rússia contra a Ucrânia.
O que observar na guerra de drones após a aposta em enxames e autonomia
O texto cita que o Reaper destaca a autonomia por permitir que operadores monitorem uma área e ataquem um alvo sem colocar um piloto em risco.
Também chama atenção que, com os Shahed, a Rússia passou a produzir versões próprias e a incorporar modificações ao projeto original.
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