Justiça do Rio marca audiência para cobrar rescisões, FGTS e multas de demitidos da Refit

Uma audiência marcada para 21 de outubro vai tratar da falta de pagamento de verbas rescisórias de mais de 130 funcionários demitidos da Refit. O caso será analisado na 2ª Vara do Trabalho de Duque de Caxias, na baixada fluminense.

Suspensão de valores pedida para quitar rescisões e FGTS de demitidos

A Justiça do Rio vai analisar o pedido de bloqueio de quase R$ 6 milhões para garantir o pagamento de verbas rescisórias, FGTS e multas trabalhistas. A ação foi movida pelo Sindicato dos Rodoviários Empregados nas Empresas de Produtos Perigosos do Estado do Rio de Janeiro.

O sindicato pede o bloqueio imediato de valores para assegurar o pagamento aos trabalhadores. Ele sustenta que os empregados receberam os Termos de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCTs), mas não receberam o que estava previsto nos documentos.

Empregados foram dispensados em junho e julho e sindicato cita depósitos de FGTS

Segundo o sindicato, os dispensados ocorreram em junho e julho. Além do grupo com mais de 130 demitidos, outros 200 profissionais também aguardam o recebimento das rescisões.

A entidade cobra depósitos de FGTS em atraso ou não realizados. O sindicato também tenta responsabilizar empresas citadas como parte do grupo econômico da Refit, incluindo Logfit, 76 Oil, Flagler, Carinthia e Manguinhos Distribuidora.

Pedido envolve bens de sócios e penhora de veículos, máquinas e equipamentos

Na ação, o sindicato pede a indisponibilidade dos bens dos sócios. Ele também solicita penhora de máquinas, equipamentos e veículos das empresas e pede acompanhamento do caso pelo Ministério Público do Trabalho.

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