Sara Netanyahu, esposa do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, repetiu em entrevista uma teoria de conspiração sobre conhecimento prévio de um líder da oposição sobre o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023. A dois meses das eleições, as falas causaram reação de partidos na oposição.
Falas de Sara Netanyahu reacendem disputa política na campanha eleitoral
Sara Netanyahu fez as declarações na segunda-feira 31 durante uma entrevista exibida na televisão.
Os comentários ganharam repercussão na oposição israelense e entram no clima de polarização do país às vésperas do pleito.
Ela cita Yair Golan e menciona “vestido e preparado” no amanhecer de 7 de outubro
Na entrevista, Sara Netanyahu atacou Yair Golan, ex-subcomandante chefe do Estado-Maior e líder do partido de centro-esquerda Democratas.
Ela sugeriu que Golan já estava “vestido e preparado” no amanhecer de 7 de outubro de 2023, “enquanto outros não sabiam de nada, incluindo o primeiro-ministro”.
O partido de Golan respondeu que condena de modo veemente as declarações “vis e enganosas”. Em comunicado no X (ex-Twitter), o partido disse que divulgar teorias da conspiração contra Golan e manchar sua atuação “beira a insanidade”.
Guerra em Gaza, mortos e reféns entram no debate do lado político
O artigo cita que a incursão terrorista em comunidades do sul de Israel fez 1.200 mortos e sequestrou 251 reféns. Também informa que a guerra em Gaza matou mais de 70 mil palestinos.
Segundo o texto, o ataque do Hamas contra Israel matou 1.221 pessoas e deixou 251 reféns levados para Gaza, com 44 mortos no cativeiro.
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