Howard Lutnick, secretário do Comércio dos Estados Unidos, estava na Cantor Fitzgerald quando o 11 de setembro atingiu as torres do World Trade Center, e ele lembra as perdas e o que a empresa fez depois. O caso ganha força ao completar 25 anos dos atentados.
Lutnick estava trabalhando quando o voo 11 atingiu a torre norte
No dia 11 de setembro de 2001, Lutnick abriu uma exceção na rotina e foi levar o filho Kyle, de cinco anos, no primeiro dia de pré.
Enquanto o filho estava na escola, o primeiro avião, o voo 11 da American Airlines, entrou na torre norte às 8h46.
Cantor Fitzgerald tinha 658 funcionários no prédio e perdeu 2 977 pessoas nos atentados
Nos cinco andares ocupados pela Cantor, acima do local do primeiro impacto, havia 658 funcionários. Nenhum saiu vivo do prédio que desabou às 10h28.
A instituição registrou a maior perda de integrantes nos atentados. No total, cerca de 800 vítimas estavam nos andares superiores e ficaram impedidas de sair pelas escadarias destruídas.
Lutnick também passou a ser alvo de acusações por não pagar salários às famílias. Depois, a Cantor Fitzgerald tentou compensar com a doação de 25% dos lucros e ações beneficentes, e a cada 11 de setembro os funcionários hoje são 12 mil em vinte países e doam os rendimentos do dia a obras filantrópicas, somando 300 milhões de dólares. As mortes citadas no texto foram 2 977 pessoas, sendo 2 753 no World Trade Center, 184 no Pentágono e 40 no voo 93 da United que caiu na Pensilvânia.
Doações seguem todo 11 de setembro e Kyle completa 30 anos
No relato, Lutnick diz que o tempo passa como uma eternidade e que o filho Kyle está com trinta anos e vai se casar.
Ele comenta que Kyle “sabe que salvou minha vida e tira vantagem disso”.
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