Augusto Cury, do Avante, oscilou nas intenções de voto e caiu de 11% para 9% em uma semana, segundo a pesquisa BTG/Nexus. O candidato tenta romper a polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro, mas a corrida fica mais curta.
Terceira via perde fôlego após subir para 11% e cair para 9%
No fim de agosto, Augusto Cury ganhou espaço com a ajuda de influenciadores digitais e alcançou 11% de intenções de voto, segundo a pesquisa BTG/Nexus.
Uma semana depois, ele caiu para 9%, enquanto a polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro seguiu como marca da disputa.
Cenário de segundo turno mostra empate técnico contra Lula e dificuldade contra Flávio
Na simulação de um confronto direto contra Lula, Cury aparece com 45% e Lula com 43%, o que configura um empate técnico dentro da margem de erro.
Mesmo assim, com menos de trinta dias da eleição, especialistas apontam que é pouco provável que Cury supere Flávio Bolsonaro e tome a vaga na rodada final.
Samuel Oliveira diz que Cury pode virar um “reservatório do eleitor que procura uma saída da polarização”. Ele afirma que, se o apoio ficar perto dos dois dígitos, a ajuda pode ser decisiva no segundo turno.
Romeu Zema e Ronaldo Caiado têm menos risco, e Cury atua com campanha mais propositiva
O artigo destaca que Cury faz uma campanha mais propositiva do que os rivais, enquanto Romeu Zema tinha 1% no primeiro turno e apostou em um discurso ligado à moralização do Supremo.
Ronaldo Caiado marcou 5% no primeiro turno e pediu quebra de sigilo das investigações relacionadas ao Banco Master. Hoje, o texto diz que Caiado e Zema ameaçam menos a vaga de Flávio no segundo turno do que Cury.
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